sexta-feira, 31 de julho de 2009
Aniversário da Tia Carol
Apesar de ser tudo muito novo ainda, hoje à noite fomos ao aniversário da minha irmã. O Gui se comportou direitinho. Ele é muito bonzinho. Chora pouco, mama bastante, parece estar sempre em paz. Trouxe muita alegria para nós.
quinta-feira, 30 de julho de 2009
Primeiros dias
Eu e o Dú optamos por ficar sozinhos em casa, mas sempre que preciso, ganhávamos uma ajuda da família, principalmente da minha mãe e da minha irmã. Os primeiros dias com o bebê deixam a vida da gente de ponta-cabeça: são noites em claro, dificuldade para trocar a fralda, xixi que vaza, mamadeira para ferver... nem de longe dá para se lembrar de como era a vida antes da chegada dele. E parece que você não vai sobreviver a tanto cansaço... mas, em nenhum momento, você trocaria os dias atuais pelos dias em que ele não estava junto. Você olha para ele e pensa: como pude viver tanto tempo sem você? A vida ao lado dele ganha mais sentido, mais alegria, mais paz... E é nessa fase que você entende como uma mulher pode ficar o dia todo de pijama. Essa história de dormir quando o bebê dorme nem sempre funciona. As horas de sono tiram a energia da gente e, daí, é fundamental a ajuda do marido. O Dú se saiu um paizão logo de cara. Aprendeu a fazer tudo nos primeiros dias: trocar, dar mamadeira, dar banho... aliás, banho eu só consegui dar hoje. Minha irmã me obrigou a ir para a aula prática. Deu certo!!!! E vi que não era tão complicado assim.
Ah! ontem, o Gui saiu de casa pela primeira vez. Foi passear na vovó Edna e, depois, fomos ao pediatra, o dr. Áries, que o atendeu na maternidade. Ele está ótimo, já ganhando bastante peso. Claro que a experiência foi única. O Gui estava com roupa de frio e começou a esquentar... ele gritou durante toda a consulta. Depois que consegui vesti-lo para irmos embora, percebi que, de alguma forma, ele havia feito xixi na roupa. Tive de trocar tudo de novo. Uma loucura!!!
À noite, minha mãe ficou em casa com ele. Eu e o Dú fomos ao aniversário de 1 aninho da Manú, nossa sobrinha. Fiquei com o coração partido de deixá-lo em casa. Já parece que falta alguma coisa.
Ah! ontem, o Gui saiu de casa pela primeira vez. Foi passear na vovó Edna e, depois, fomos ao pediatra, o dr. Áries, que o atendeu na maternidade. Ele está ótimo, já ganhando bastante peso. Claro que a experiência foi única. O Gui estava com roupa de frio e começou a esquentar... ele gritou durante toda a consulta. Depois que consegui vesti-lo para irmos embora, percebi que, de alguma forma, ele havia feito xixi na roupa. Tive de trocar tudo de novo. Uma loucura!!!
À noite, minha mãe ficou em casa com ele. Eu e o Dú fomos ao aniversário de 1 aninho da Manú, nossa sobrinha. Fiquei com o coração partido de deixá-lo em casa. Já parece que falta alguma coisa.
sábado, 25 de julho de 2009
Indo para a casa
O Guilherme foi planejado e esperado com muito amor. Desde o teste de farmácia, feito apenas um dia depois do atraso da menstruação, até a sua chegada, vivi emoções indescritíveis. Depois da experiência do parto e da delícia de apresentá-lo aos amigos e às pessoas que amamos, era hora de voltar para a casa. Minha mãe deixou tudo arrumadinho (eu achava que ele ia demorar mais para chegar e não deixei o berço pronto). O quartinho estava do jeito que eu sonhava. Nosso pequeno chegou em casa em um dia frio e chuvoso. Era o habitante que faltava. A casa ficou cheia de alegria e de luz. Gui, quando você for pai, terá uma ideia do que é chegar em casa com um filho noos braços. Você é tão pequeno e já desperta tanto amor. É, sem dúvida, a pessoa mais importante das nossas vidas. A partir de agora, o seu bem-estar e a sua felicidade são a nossa prioridade. Que Deus nos dê sabedoria para lhe educarmos e que você seja uma criança feliz e um homem de bem. Só quero que você saiba que é um prazer tê-lo em nosso lar e que, de agora em diante, estaremos sempre com você. Te amamos muito!!!
quinta-feira, 23 de julho de 2009
O dia em que tudo mudou
Eu e o Dú decidimos que o Guilherme chegaria no dia em que quisesse. E torcemos muito para que não se antecipasse a 21 de julho quando, segundo minha obstetra e todas as contas em cima da última menstruação, ele estaria prontinho para nascer. Confesso que queria mesmo um parto normal, mas já ficaria contente se não interfiresse na hora dele, afinal, você já imaginou como se sente um bebê que está quietinho dentro da barriga, no maior conforto (apesar do aperto) e, de repente, alguém o arranca de lá sem aviso prévio? Pois é! Essa sensação estranha fez com que eu decidisse que a decisão seria dele. E se passaram os primeiros oito meses de gravidez. E praticamente o tempo equivalente a uns 15 anos no último mês. E quantas perguntas sem resposta: vou conseguir o parto normal? onde estarei quando a bolsa se romper? será que ela vai mesmo se romper? quando é melhor deixar tudo pronto? em que dia devo sair de licença maternidade? e se eu sair muito cedo e ele demorar para nascer? Enfim... um turbilhão de dúvidas que só a natureza e o tempo poderiam esclarecer. E o dia que mudou nossas vidas para sempre foi 23 de julho de 2009. Deixamos de ser um casal e nos transformamos em uma família. Por volta de 2:30 da manhã, depois de um dia cheio de compromissos, minha bolsa se rompeu. Apesar de todo aquele líquido, disse ao Dú: "acho que a minha bolsa rompeu" (como poderia haver alguma dúvida?). Chegou o grande dia!!!!! Nosso pequeno estava a caminho. Meu Deus! Vou ver o rostinho dele pela primeira vez. Liguei para a médica, tomei um banho, sequei o cabelo e corri para a maternidade (com o Dú indignado porque eu ainda dei uma paradinha para tirar uma foto). Lembrei dos conselhos da Cris Maia, minha amiga: "não se esqueça de ver como está o dia, como estão as pessoas na rua. Observe cada detalhe". E enquanto as contrações aumentavam, eu olhava a lua, a rua quase vazia... sentia o calor daquela madrugada (tudo bem que a gravidez colaborava muito para sentir calor) e tentava imaginar como seria passar pela experiência de ver, pela primeira vez, meu filho. Apesar de tudo estar conspirando para o parto normal, a dilatação estava muuuito lenta e fui orientada a fazer a cesária. Quando eu estava anestesiada, o Dú entrou para acompanhar o parto. E logo ele disse: "tô vendo!" E logo o Guilherme disse: "cunhéééé". Eram 6h47 da manhã. E nada mais foi como antes. E nenhuma emoção chegava aos pés daquela. E se o mundo acabasse naquele momento, eu teria a certeza de ter sentido a maior felicidade disponível a um ser humano. Fui invadida por um amor que não tem limite. Um sentimento que se multiplicava a cada vez que aquele bebê perfeitinho respirava. Foi ali que entendi o que é esse tal de amor de mãe. Não há nada igual. Além do Gui, nasciam ali uma mãe e um pai... que iriam aprender muita coisa com aquele pequeno ser humano, de 3,500kg, e 50,5 centímetros.
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